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31/03/2017 - Casos de tuberculose estão relacionados a baixa imunidade

 


Uma das doenças mais antigas da humanidade, a tuberculose é classificada como um problema de saúde pública no Brasil. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, a cada ano são notificados aproximadamente 70 mil novos casos com 4,5 mil mortes em decorrência da doença. De acordo com especialistas o grande índice de pessoas infectadas pela bactéria tem relação direta com o aumento de indivíduos com HIV positivo que têm em sua baixa imunidade uma porta aberta para a bactéria. 

- A tuberculose é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria que atinge principalmente os pulmões, mas que também pode afetar outros órgãos sendo possível que a pessoa seja infectada, mas não desenvolva a doença. Uma pequena parcela tem a manifestação clínica da tuberculose, enquanto que a maioria nunca terá conhecimento de que em algum momento adquiriu a bactéria. Pacientes infectados pelo HIV, diabéticos, em tratamento com diálise ou com drogas imunossupressoras são mais vulneráveis ao desenvolvimento da doença. O tabagismo, a desnutrição ou qualquer fator que gere baixa imunidade também favorece o estabelecimento da tuberculose – esclarece o infectologista Marcelo Gonçalves, do Hospital Barra D’Or. 

A transmissão da tuberculose é direta. Ao falar, tossir ou espirrar, o indivíduo infectado expele pequenas gotas de secreção respiratória com o agente infeccioso que, se aspiradas por outras pessoas, pode contaminá-las. O contato direto entre uma pessoa com tuberculose em ambientes fechados, com pouca ventilação e ausência de luz solar também favorecem a transmissão pela bactéria causadora da doença. 

O principal sintoma da tuberculose pulmonar é a tosse permanente, por duas semanas ou mais, podendo estar associada ou não a febre vespertina, cansaço excessivo, suor intenso à noite, falta de apetite e emagrecimento.

- É fundamental que o paciente procure assistência médica ao perceber os primeiros sinais.  O conjunto de sintomas e a radiografia de tórax são avaliados, mas o diagnóstico definitivo é fechado após exame que analisa a secreção excretada pelos pulmões. Com o avanço da técnica utilizada para análise é possível rastrear o DNA da bactéria para rastreamento precoce – explica o pneumologista do Hospital Barra D’Or, Dr. Renato Azambuja. 

O tratamento para a doença é feito com antibióticos, mas para a cura completa é preciso que o paciente siga com a medicação durante todo o tempo indicado pelo médico, geralmente de seis meses. A interrupção antes desse período pode fazer com que o paciente adquira tuberculose multirresistente que exige tratamento mais agressivo.