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Notícias Científicas


21/05/2015 - Importância da Enfermagem no Cumprimento dos Tempos Pactuados no Protocolo de Dor Torácica


Autores: PATRICIA GARCIA ROMUALDO, LEANDRO DA PAIXÃO MENDES, BERNARDO PEREIRA LIMA DE FIGUEIREDO, LUDMILLA DA ROCHA FREITAS VIEITAS, LEONARDO BRANCO SARTORE, ANNIBAL SCAVARDA e LEONARDO BAUMWORCEL

Hospital Caxias D’Or, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
 
Os profissionais de enfermagem que atuam em serviços de emergência, constantemente deparam-se com pacientes com dor torácica. Compreendemos a importância do profissional enfermeiro frente a este paciente durante a sua permanência na sala de espera.
 
A conduta desse enfermeiro com paciente infartado inclui o julgamento clínico, por meio da observação, conhecimento científico, espírito de liderança e compromisso com o trabalho em equipe. Uma equipe de enfermagem treinada e especializada é de suma importância na operacionalização do protocolo sistematizado, pois agiliza as condutas diagnósticas e terapêuticas, bem como inicia a estratégia educacional sobre os fatores de risco cardiovasculares e hábitos de vida saudáveis durante o período de investigação diagnóstica.
 
Nossa emergência possui um modelo de atendimento “Smart Track” em que o atendimento é realizado pela equipe multidisciplinar que consiste em médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e mensageiros. O paciente é atendido pelo primeiro profissional disponível, seja pelo técnico, médico ou enfermeiro. O objetivo é que este paciente seja atendido em menor tempo possível, não ultrapassando o tempo de vinte minutos, e seja realizado o diagnóstico precoce e tratamento adequado.
 
 
Principalmente quando o paciente informa dor torácica, qualquer membro da equipe é treinado e capacitado para realizar um ECG em até dez minutos, quando é informado da dor torácica pelo paciente. Esse projeto atende em média de 5.000 pacientes por mês admitidos em um serviço de emergência de um hospital privado localizado na Baixada Fluminense. Todos os protocolos são avaliados e auditados para um processo de melhoria contínua. Uma vez identificado pelo ECG um IAM com SST, é aberto o protocolo de dor torácica e seguido o fluxograma de atendimento preferencial, que consiste na realização de diversas etapas com tempos pré-estabelecidos como: hora da administração do AAS, hora do contato com o hemodinamicista, hora da angioplastia primária. Ressaltamos que o nosso tempo porta balão é de noventa minutos em média.
 
Desta forma, observamos que o enfermeiro ocupa uma posição chave na operacionalização de todo esse processo ao garantir a qualidade assistencial do paciente com os tempos pactuados.